sábado, 19 de junho de 2010

Garfield - 32 anos

terça-feira, 15 de junho de 2010

Humanos, Plantas e futebol...

Cara: chegou a tal da Copa do Mundo. É futebol todo dia e eu adoro. Tenho uma bolinha a qual jogo pela casa toda e me divirto a valer. Hoje a humana vovó veio ver o jogo na minha casa e eu demonstrei todas as minhas habilidades, rolando e correndo atrás da bolinha. Como ela veio almoçar também, acabou que não sei de onde, mas apareceu um vaso com cinco cores de flor. Muito bonito por sinal. Agora, pensa comigo: é ou não é entediante quando humano almoça? Pois então, eles ficam lá em volta de uma mesa, você aqui no chão, sem ver nada, sem saber o que se passa, sem nada receber, sentindo cheiros e sem poder subir lá... Um tédio! Pois bem, aproveitei esse tempo livre, digamos assim, e fui dar uma boa olhada no tal do vaso e suas flores. Olha, foi um desastre. Só por ter comido algumas folhas passei mal e vomitei tudo. Como é que eu ia saber que a tal planta, por ser de floricultura, vinha borrifada com veneno? Como? Minha humana faz sempre um vaso pra mim, com alfafa e aveia, e eu adoro. Como eu ia saber a diferença? Aliás, mesmo se tivesse uma placa eu não sei ler... humanos sem noção!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Um gato entre livros

"Como é possível que um gato abandonado transforme uma pequena biblioteca, salve uma típica cidade americana e se torne famoso em todo o mundo? A história de Dewey começa da pior forma possível. Com apenas algumas semanas, na noite mais fria do ano, foi enfiado na caixa de devolução de livros da Biblioteca pública de Spencer. Encontrado na manhã seguinte, Dewey conquistou o coração de todos os funcionários da biblioteca, ao distribuir por todos gestos de agradecimento e amor. Nos anos que se seguiram, nunca deixou de encantar as pessoas de Spencer com o seu entusiasmo, vivacidade e, acima de tudo, o seu sexto sentido: percebia sempre quem necessitava mais dele. À medida que a sua fama crescia de cidade em cidade, de estado em estado e, surpreendentemente, por todo o mundo, Dewey tornou-se, mais que um amigo, um motivo de orgulho de uma extraordinária cidade rural no coração da América, que lentamente se ergueu da maior crise da sua história."

PS1: sinopse da FNAC 
PS2: Vou logo explicando: não estou com ciumes mas... Isto é só para vocês verem que o tal do Boris não é original...

terça-feira, 8 de junho de 2010

FERIADO II

Que meus humanos foram passear já não é novidade, mas veja as lembranças que eles conseguiram:
1) um parafuso de dormente (velho, enferrujado, inútil);
2) uma foto de uma mancha de óleo;
3) uma pedra do rio que forma a caverna;
4) foto da caverna;
5) foto de um gato que toma conta da livraria (eu fiz que acreditei);
6) um quilo de farinha de mandioca extra-fina;
Olha, eu fiz o possível para admirar cada coisa... até exercitei meu olfato e tudo, mas venhamos e convenhamos, e eu? Nenhum brinquedo? Nada? Pra que me servem estas coisas?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

FERIADO

Pois é... meus humanos foram passear e me deixaram na casa da humana vovó. Até ai, tudo bem, já estou acostumado e me tratam bem. Agora, ir pra uma tal de Curitiba e visitar o gato Bóris, ai ai ai... foi um pouco demais da conta. Vejam vocês que afronta: o tal do gato Bóris, que (dizem) tem Orkut e tudo, parece que toma conta de uma livraria lá naquela cidade. E fica no balcão em cima dos livros... e meu humano falou que quando foi mexer nas prateleiras o tal do Bóris foi lá miar pra ele. Tipo: "pare de mexer nas coisas!"
Sabe, não é que eu esteja com ciumes, mas ir visitar gato estranho é quase uma afronta ao bom senso. Vejam a foto que fizeram lá... minha humanan cheia de pose. Parece até que está ao lado de algum famoso de rollewoody. Vergonha! Olha o dito-cujo de coleira e crachá (um subalterno, portanto)... E ficar em cima de livro eu também sei...Oras!

domingo, 30 de maio de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

MUNDO ANIMAL

Recebi do famoso Nelson Motta a seguinte crônica que reproduzo na íntegra. Sempre soube que o Nelson era criativo e boa praça, mas nesta ele ganhou minha admiração. Na foto, meu parente enjaulado no Zoo de São Paulo... verdadeira tristeza. (Foto feita pela minha humana)

"Mundo animal

Como parte dos deveres e prazeres de um avô, levei minhas netas ao Jardim Zoológico, o mesmo que me encantara na infância. Na saída, elas estavam meio decepcionadas, e o avô deprimidíssimo.
Os grandes felinos, atração máxima, dormiam prostrados, uns na toca e outros no fundo da jaula. Pareciam dopados, mas me disseram que os tratadores lhes antecipam o almoço para que apaguem e não se perturbem com as multidões de crianças e adultos gritando em frente ao cativeiro. Elas querem ação, e os pobres grandes felinos só querem dormir, talvez sonhar que estão numa savana africana correndo atrás de antílopes.
O velho elefante empoeirado balançava a tromba em desalento. O hipopótamo, talvez com vergonha, estava enfiado no seu abrigo e exibia só a traseira descomunal. Dois pinguins tinham sido comidos, na véspera, por enormes e ferozes cães vira-latas, vindos das matas e favelas vizinhas. Mais ferozes e malandros do que as feras enjauladas, cavaram um túnel sob a cerca e devoraram as aves.
O que há de educativo em ver bichos tristes e humilhados, expostos à visitação pública? É uma perversão do que se vê nos espetaculares documentários da televisão, onde realmente se aprende sobre os animais - e sobre nós mesmos.
Os parques abertos, tipo Kruger ou Simba Safari, são mais humanos para os animais, que vivem livres na natureza e podem ser observados de dentro dos carros pelo público. O cativeiro só se justifica para preservar espécies em extinção, que merecem zoos cinco estrelas para reproduzir, e voltar à vida selvagem.
É espantoso que, em plena era da ecologia, da sustentabilidade e da correção política, ainda existam jardins zoológicos. São provas vivas de crueldade com os animais, deveriam ser extintos. No Rio de Janeiro, a lei já proíbe exibir animais em circos – e é cumprida.
Uma vez sugeri aos amigos do “Casseta & Planeta” um quadro em que animais livres e pacíficos passeavam com seus filhos por um zoológico com jaulas cheias de humanos mentirosos, gananciosos, covardes, sádicos e assassinos. O que mais divertia os filhotes dos macacos era a gaiola dos políticos ladrões".


PS: em SP também não se exibem mais animais em circos.
PS2: conheça e acesse http://sintoniafina.uol.com.br/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Gato Herói sai em defesa da criança...



Para aqueles que não acreditam...

sábado, 22 de maio de 2010

Humanas!

Às vezes não entendo meus humanos, sobretudo minha humana. Pois é. Toda semana sai de casa e volta com o cabelo solto e esvoaçante que adoro cheirar e passar minhas patinhas. Mas logo em seguida ela prende. É muito estranha essa necessidade de embelezar-se para logo em seguida “desembelezar-se” . Também não gosto nadinha daquele monte de creme que ela passa no rosto, pés e mãos para logo em seguida ir dormir. Depois quer me fazer carinho... não deixo! Sai pra lá! Perco a paciência e dou patadas nela. “ok Simão, não precisa ser grosso” – ela fala. Grosso?! Poxa, minha humana não se toca. Outra coisa que não entendo é porque que ela arranca aqueles pelinhos da sobrancelha se dói? Sei que dói porque escuto lá do meu iglu “au!” “ai”... eu hem! Como é que pode! E quando passa horas no banho? Não sei, caro leitor. Eu me lambo na frente dela para ela aprender como é que faz, que não precisa passar por isso e até dou lambidinhas nela. Mas ela não saca... Dãan! Humanas!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

dia a dia

Nestes dias mais frios eu fico mais quietinho, menos bagunceiro é verdade, mas também... já sou adulto né?!
Outro dia me compraram um brinquedo de criança e ultimamente eu não tenho me entusiasmado muito com ele. Fato é que, na verdade, se trata de querer me enganar para que eu deixe de afiar minhas unhas em qualquer lugar e apenas use este. Isso, esse ai da foto ao lado. É que eu não gosto nadica de nada que me peguem para cortar minhas unhas. Não consigo me acostumar com aquele tec-tec na minha mão. O que gosto mesmo é de ficar na minha cadeira favorita. Gosto tanto que a mãe do humano fez um crochê para proteger a almofada dos meus pelos. Esses humanos têm cada uma! Mas, pouco importa, ficou até mais quentinha... imaginem vocês: a cadeira balança! Depois eu conto mais, agora preciso ir dar uma volta no telhado.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

CONTROLE REMOTO

Ah... como eu queria um desses. Tem dias em que meus humanos não fazem nada do que se espera deles. Hoje, por exemplo, nem abriram a varanda pra eu passear e na hora em que reclamei meu direito ainda tive de ouvir que estava frio... Hello! E esse casaco de pele aqui? Pra que serve?

sábado, 15 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Herói do Filme...

O Tão aguardado Filme da Disney acabou que teve o Gato Herói. Sim, pois se não fosse o Gato de Cheshire o Chapeleiro Maluco teria perdido a cabeça... Você já foi ver o filme? Pois só vale em 3D...
Mas vá logo, para aplaudir o gato herói.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Ficção de horror...

Sabe aquele dia em que seu humano não deixa você subir na mesa, depois implica com o rearranjo que você está tentando fazer nas plantas e nos enfeites? Sabe aquela mistura de raiva e ódio que você sente quando implicam com seu comportamento e você deseja que todos desapareçam? Sabe? Pois então, alguém resolveu imaginar o mundo sem humanos. O que parece ser um paraíso logo se transforma em terra de ninguém, com coiotes e lobos invadindo a zona urbana, plantas destruindo edifícios e ração sem ser fabricada. Pior, 90% dos animais domésticos morrerão em pouco tempo... Um verdadeiro filme de terror. O mais interessante, no entanto, é que lá em Chernobil tem uma cidade inteira que foi abandonada, evacuada, e que nestes últimos vinte anos não viu ser humano algum. Pois é, deu para os caras terem uma idéia de como o ser humano é dispensável para a saúde e o desenvolvimento da natureza... Excetuando os cães e os gatinhos domésticos...

domingo, 9 de maio de 2010

Brinquedo ideal...

Meu humano encontrou o brinquedo ideal. Depois que eu rolei pela casa toda durante horas, eu ouvi ele explicando para a minha humana que se trata de algo muito simples. Uma espécie de bola de ping-pong ou tênis de mesa se preferirem, (mesmo eu não sabendo a diferença entre estas duas coisas) que através de um pequeno furo recebe algumas pedrinhas (duas ou três já bastam). Posteriormente o furo é tapado com penas coloridas e cola. Muito simples e de resultado absolutamente fantástico. Eu adorei. Posso dizer que não poderiam ter inventado algo melhor.

PS: por enquanto, é o mais perto que eu consegui chegar de um passarinho...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

COMBATE

Recebi carta de uma prima do interior. Conta-me a querida Margarida que em sua cidade muitos estão com Dengue. A princípio pensei ser coisa boa, afinal ser dengoso agrada sempre os humanos. Mas depois de esclarecido fiquei preocupado. Trata-se de doença grave, transmitida por um mosquito que põe os ovos em água parada limpa. A minha água é limpinha e parada e meu humano me explicou que é por isso, entre outras coisas, que ele troca a minha água várias vezes ao dia. Além de trocar ele esfrega bem a vasilha para que nenhum ovo sobreviva. O mais preocupante é que esse mosquito, o Aedes Aegipty, tem hábitos diurnos e, portanto, é mais difícil de se combater. A prefeitura por vezes espalha inseticida com óleo diesel, que faz o maior fumacê, para combater o mosquito adulto, mas as pessoas é que precisam atentar para as possibilidades de reprodução não deixando que água acumule em calhas, vasos, garrafas, pneus e caixas d'água eventualmente destampadas. Agora que eu já sei do que se trata vou ajudar no combate miando para cada pernilongo que eu avistar, nem que meus humanos fiquem loucos. Dengue é uma doença viral aguda, com febre e outros sintomas que a fazem ser confundida fácilmente com gripe. Pode ter uma evolução benigna como pode também evoluir para a sua forma mais letal que é a hemorrágica. Todo cuidado é pouco e não adianta nada você se esmerar e seu vizinho ser um relapso. Todos devem se unir e combater juntos o bom combate. Com a chegada do inverno o ciclo do mosquito fica prejudicado, as ocorrências raream e as pessoas ficam desatentas. Este combate exige atenção constante.

terça-feira, 4 de maio de 2010