segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Simão pega!

domingo, 15 de agosto de 2010

DEU NO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

Então... O caso é o seguinte: os humanos acharam por bem inventar essa tal de cerca elétrica para que outros humanos não fiquem pulando muro. No entanto, esqueceram que nós os gatos gostamos de andar justamente pelos muros. Além de gato gostar muito de observar as pessoas lá do alto, os muros são (eram) vias seguras de circulação. Nós (os gatos) não temos como saber que aqueles fios são perigosos. Isso é cruel. Eu, por exemplo, desde que esta reportagem alertou meus humanos, não sou mais permitido fazer minhas caminhadas matinais pelos telhados da vizinhança. Além de algumas casas por aqui ostentarem esta tal cerca elétrica, se eu cair do lado errado de alguns muros... Já era! Tem cães, nem sempre bem intencionados, nos quintais. Agora, para meu próprio bem, tenho que me contentar com o sol que adentra a janela do banheiro...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Gato engaiolado...

Então... meus contatos me asseveraram que tem Humano do Bem. Depois de alguma pesquisa, fiquei por dentro do trabalho do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de Osasco. Eles pegam os irmãos abandonados, cuidam, vacinam, alimentam e colocam para doação em uma gaiola lá na frente do Mercado Municipal, nas proximidades do Osasco Plaza Shopping. Vale à pena conferir e levar um irmão pra casa.
Parabéns aos abnegados servidores daquela municipalidade!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

FLIP 2010


abrindo espaço aqui para minha humana publicar um texto sobre essa tal de FLIP. vai!


A FLIP deste ano estava meio enfadada. É, enfadada. Um fôlego diferente. Esta impressão talvez tenha sido ocasionada pelas muitas mesas que usaram o mesmo sabonete para os banhos literários. Foram pelo menos quatro mesas sobre Gilberto Freyre, homenageado desta edição. Normal, mas cansativo. Falas repetitivas sobre sua escrita, seu trabalho, enfim. Pena que no meio do banho algumas pessoas saíam com a toalha enrolada na cintura e iam comer churros, ou andar sobre as pedras pontiagudas entre as ruelas da bela cidade de Paraty-RJ. Faltou empolgação aos ouvintes ou criatividade nestas mesas, não sei. Os convidados? Excelentes. Poetas? Destaque absoluto para o Ferreira Gullar que fez de sua fala a mais interessante e agradável da FLIP. Salve! Aliás, falta mais poesia na Flip! “A prima pobre da prosa!”, gritava um jovem poeta pelas ruas de Paraty enquanto o Gullar dizia “A arte existe porque a vida não basta! Poesia é susto!”

Algumas mesas foram decepcionantes, norteadas por falas que mais pareciam uma cartilha do “beabá” egocêntrico de escritores como Robert Crumb, símbolo da contracultura nos anos 60, autor de quadrinhos, que se apresentou debochado e desinteressado. Isabel Allende que, pouco afeita à verbalização, respondia ao mediador da mesa com monossílabos: não sei, sim, não, talvez... Mas nem por isso a FLIP foi “menos” do que as edições anteriores.

É preciso destacar aqui algumas mesas que foram realmente fantásticas, tanto pela temática abordada, quanto pelos escritores que delas participaram. A mesa “Albany, Nova York e outras aldeias”, que contou com a participação de Willian Kennedy e Colum McCann debateram sobre a dicotomia entre o microcosmos das cidades e o mundo. A mesa “Nacional e estrangeiro” com Berthold Zilly e Benjamim Moser, foi simplesmente sensacional! Em certa altura, Benjamim Moser, disse que “a idéia negativa do Brasil é um obstáculo que fica muito aquém da realidade brasileira. No exterior, a procura é pela literatura brasileira e não pelo ‘fulano de tal’”. È isso aí. Fiquei com a idéia de que o mundo tem outro interesse pelo Brasil, que não apenas as bundas e o carnaval. É hora de mostrar uma pintura verdadeiramente brasileira! Também destaco a mesa “Fábulas contemporâneas” que falou do imaginário do Brasil em um diálogo confluente, sob a ótica do sertão mítico de Ronaldo Correia; a São Paulo junkie de Reinaldo Morais e a prosa intimista de Beatriz Bracher. Ano que vem, quero tomar novamente este banho de letras e transbordar de cultura! Quem sabe leve o Simão... rss


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

VOLTA AO LAR

Nossa... pensei que meus humanos tivessem se perdido, mas finalmente voltaram. Na verdade não deram muita atenção aos meus problemas, pois um dos humanos parentes aparentemente quebrou um tal de PSP - seja lá o que isso for. Minha humana foi levar o povo para um lugar chamado aeroporto e meu humano me levou pra casa. Cara, precisei de muita Yoga para aguentar estes dias todos. Ainda bem que meu humano pratica e eu pude copiar algumas poses. No princípio não foi fácil, mas depois vai engrenando. Depois que eu souber aonde meus humanos andaram eu conto mais...
PS: não me entendam mal, pois eu adoro ir na vovó, so que "ET, minha casa", se é que me entendem...

domingo, 1 de agosto de 2010

Outra temporada na Vovó...

Lá vamos nós de novo... desta vez para que meus humanos possam ir para uma tal de FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty). Esse negócio de livro é interessante, afinal proporciona uma ou outra traça de vez em quando. E traças voam, meio estabanadas, mas voam e eu me divirto à beça com isso. Outro dia corri atrás de uma e quase quebrei um vaso que minha humana insiste em colocar no canto da escada. Tem um arranjo também, bem no meio do caminho. É verdade que o arranjo fica em cima da mesa e que fica difícil justificar meu caminho por lá, mas ai... tem de dar a dura na traça que resolve voar ali.

terça-feira, 27 de julho de 2010

COMPLÔ

Decididamente, existe um complô contra gatos na imprensa mundial. Onde já se viu dar o prêmio Pulitzer para um livro que compara gatos aos nazistas? (Maus de Art Spiegelman) Se fosse só isso, ainda vá lá, mas e o que o Tom e o Frajola passam? Pura sacanagem! Bom mesmo foram as páginas da revista ANIMAL, nas quais muitas das vezes o gato mastigava o rato. Esse negócio de rato bonzinho, tipo papo Mickey é só para boi dormir. Não me venham com essa, ou já esqueceram a Peste Negra (Bubônica) que assolou a Europa medieval. Rato tem que ser tratado como aqueles infelizes do filme "A Liberdade é Azul" da trilogia do Krzysztof Kieslowski. Nada de complacência. Claro, sempre haverá excessões... Níquel Nausea e a barata Flit que o digam.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

capacidades



Na minha casa as portas são iguais a esta do filme. Eu já olhei bastante, mas ainda não tentei abrir...

sábado, 24 de julho de 2010

SACRIFÍCIOS

cara... vocês não imaginam o sacrifício de que se é capaz, por uma guloseima...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

FRASES DA CAIXINHA ZEN




Frase extraída aleatoriamente da Caixinha Zen, patrocinada pela Feliway e que veio encartada na Revista Pulo do Gato. A frase vem acompanhada de uma linda foto de um gatinho e a ameaçadora expressão: "proibida a reprodução das fotos". Vai dai que vocês ficam sem a foto do gato, só com a frase...

domingo, 18 de julho de 2010





Meus Humanos, quando saem, pensam que eu fico tomando conta da casa... rsrsrs...

sábado, 17 de julho de 2010

Durma com um barulho desses!

assim vai ficar difícil dominar o mundo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

MATRIX

Hoje vou falar de um personagem muito injustiçado. Injustiça ao extremo, com larga dose de preconceito. Preconceito histórico. Todo mundo aqui já viu Matrix, certo?! Pois bem, a certa altura da estorinha, quando os personagens principais retornam da visita que fizeram ao Oráculo, Neo vê um gato preto e exclama: “Déjà-vu”. Se Neo não tivesse visto o gato duas vezes, fazendo a mesma coisa, não teria dito esta expressão (já visto) e não teria alertado os outros de que a Matrix mudou alguma coisa. É um momento crucial do roteiro, chave do filme. Ai eu pergunto: por quê o gato é preto? Puro preconceito com o irmão. Vem lá da Idade Média, da bruxaria, do mau agouro. E é exatamente isto que pretendeu denotar. E querem saber mais? O gato sequer tem nome ou créditos no final do filme. Ninguém escreveu por lá, gato Fulano de tal, ou Beltrano, treinador do gato. Ou vocês pensam que é fácil fazer a mesma coisa duas vezes seguidas, igualzinho e ainda miar certo. Tem dó!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Enfermeiro...

Pois é... Minha humana está em casa, de recuperação. Não é que ela tenha ido mal em alguma matéria ou coisa desse tipo, mas é que ela precisa se recuperar da cirurgia que fez. Eu, sempre disposto, fico por perto para ajudar no que quiserem. Agora, falando sério: esse negócio de recuperação é bem legal. Veja você que montaram uma mesa no meio da cama e eu posso ficar por ali. Eu aproveito para brincar de casamata e acampamento. Muito bom.

sábado, 10 de julho de 2010

a questão do cone... (ou colar)

Então, falei com minha humana e ela me garantiu que não colocaram cone nenhum nela, nem antes, nem depois da cirurgia. Fiquei sabendo que os veterinários colocam o cone em gatos para que não fiquem se lambendo e como minha humana é bem comportada e não se lambeu, eles não colocaram o cone nela. Essa questão da comunicação parece ter sido fundamental. Ela e os médicos dela falam a mesma lingua, já eu e meu veterinário temos uma certa dificuldade de nos entendermos. Mas o que interessa é que a minha humana me garantiu também que não ficou em gaiola nenhuma e que também não teve de dividir espaço com nenhuma arara ou cão. Eu estou muito intrigado e está me parecendo que nesse negócio de hospital , humano tá levando vantagem. Outro dia, conversando com os cachorros da vizinha, eles me garantiram que se o hospital for público a diferença nem é tanta assim. O difícil é confiar em cães.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Gatos tomam banho?

Gatos são por natureza animais muito asseados. Eles se cuidam muito bem, apenas se seu bichano for de pelo longo você vai ter de dar uma mãozinha tipo escovação diária. No entanto, existem aqueles azares em que seu gato fica cheio de óleo ou tinta, sei lá, uma graxa ou outra porcaria qualquer. Neste caso, só um banho resolve. Há também casos em que o banho é imperioso e tem razões médicas, por exemplo, nos casos de intoxicações por produtos químicos ou toxinas e venenos naturais. O único problema é que banhar um gato não é nada fácil como pode constatar qualquer pessoa que já tenha tentado. É quase como conciliar água e fogo. Agora, se o momento urge e você além de não conhecer o veterinário do seu bairro, está num daqueles dias em que o boteco dele nem abre... Meu amigo, ou você arruma um gato daqueles bem bonzinhos ou tem daqueles amigos que não perguntam pra quê você precisa deles. Caso a alternativa correta seja: nenhuma das anteriores, aqui vai uma dica da vovó, que vai facilitar a sua vida: vista uma redinha de laranja no gato. É! Exatamente: aquela redinha amarela na qual você compra e carrega laranja. Simples, não?!

PS: o gato não pode saber, com certeza não vai gostar e realmente só deve ser usado na necessidade, na emergência.
PS2: a dica não é da vovó coisa nenhuma, na verdade a dica é dos doutores veterinários austriacos Silvia Leugner e Rudolf Winkelmayer da publicação ORF - Seniorenclub Ratgeber n.º 3 (conselheiro)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Volta ao Lar...

Fui avisado de que amanhã retorno à casa. Não vejo a hora de rever meus humanos e saber como andam minhas coisas. Vou ter um trabalho danado para cheirar todos os cantos e verificar se todos os objetos estão em seus devidos lugares. Aqui na humana vovó é muito legal, mas desta vez eu levei um susto muito grande. Imagine que eu estou muito tranquilo lá na tal da biblioteca, quando me entra um sujeito carregando uma escada e a coloca no meio da sala. Olhe, até o fato de aparecer um humano carregando a tal da escada, vá lá... o fato é que eu ainda não tinha visto um humano colorido. Levei mais de hora para sair do meu esconderijo. UAU! A princípio eu cheguei a pensar que se tratava de algum filme de terror, algum episódio que invadiu a minha área, ou coisa parecida. Depois, olhando bem, percebi que se tratava de um humano como outro qualquer, aliás um de alma boníssima.Mas,  por via das dúvidas, fiquei um bocado de tempo escondido. Nunca se sabe.

PS: espero que minha humana já tenha tirado o cone de plástico do pescoço. Eu tenho um certo trauma daquilo e prefiro nem ver...

quarta-feira, 7 de julho de 2010

HOSPITAL

Estou passando outra temporada na casa da humana vovó. Fiquei sabendo que a minha humana está no hospital e que foi fazer uma cirurgia. Desse negócio eu entendo e posso afirmar com toda certeza que a coitada tá passando maus bocados. Passei por isso recentemente e o lugar não é nada agradável. Tem cães e araras pelos cantos e você acaba que fica em uma gaiola. Tá certo que é só sua, mas é uma gaiola. Imagine se tivesse de dividir uma gaiola com um cachorro. Nem pensar. Daí eles te dão uma injeção e você apaga. Quando acorda, tá com um cone de plástico no pescoço e completamente zonzo. Agora, que deve ser engraçado ver minha humana com um cone de plástico no pescoço, deve ser...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

GRÁFICO

Um bocado autoexplicativo. Agora, não me pergunte se autoexplicativo tem hífen... mas, já que perguntou, posso colocar um hífen no sofá. Um hífen é um tracinho, pode ser um arranhão e ai: So-fá, so good!